11 de agosto de 2014

A importância do pai no pré-natal

in www.guiadobebe.uol.com.br

O Dr. Jorge Naufal dá dicas práticas para os homens enfrentarem, e participarem intensamente, do período da gestação.
Hoje não se discute mais a participação do futuro pai no pré-natal da mulher grávida; aliás, diria que é imprescindível e necessário.

É recomendável sempre que possível, acariciar o abdômen da mulher, dizer palavras doces e meigas no sentido de procurar uma comunicação física com o feto que está sendo gerado, transmitindo todo o seu carinho e afeto para o filho que deverá chegar em breve.
Esteja convicto que o feto esta recebendo esta comunicação e emoção transmitida. A parede do abdômen e do útero não são obstáculos para este acesso, pois está provado que o feto percebe sons, temperatura, luz e movimentos que ocorrem na parte externa próxima à parede abdominal da grávida, portanto o diálogo da mãe ou do pai com o futuro bebê é totalmente viável.
Muitos maridos passam a tratar a mulher de maneira muito diferente da habitual, como se a esposa estivesse doente, cercando sua liberdade de movimentação ou expressão.
Recomendamos que o companheiro procure ser carinhoso, atencioso, e, principalmente, mostre atração física e psicológica pela mulher, que muitas vezes se sente fisicamente menos sensual pelo estado gestacional e mudanças de seu corpo. Portanto, carinho e atenção à mulher grávida nunca são demais.


A gestação é instável do início da gravidez até o quarto mês, quando a placenta passa a funcionar plenamente, substituindo o corpo amarelo na produção dos hormônios, e também as vilosidades coriônicas na alimentação do embrião. Até atingir esta fase, é maior a possibilidade de ocorrer o aborto e realmente ele ocorre em vinte por cento das primigestas (primeira gestação) isto significa que, de cada cinco gestantes, uma vem a apresentar aborto.
Nesta fase, devido ao risco maior de sangramento e aborto, a relação sexual deverá ser delicada, sem grandes movimentos abrutalhados, e sem grandes acrobacias ou mudanças de posições ou, ainda, sem posições esdrúxulas.

A gestação é mais estável do quarto ao sétimo mês, desde que não haja placenta de implantação baixa ou placenta prévia; até o quinto mês, a posição poderá ser tipo "papai-mamãe" (o homem por cima da mulher deitada na horizontal, de barriga para cima). Do quinto mês em diante, a relação deverá ser de lado; isso é válido principalmente após o sétimo mês, devido ao risco de estimulação da contração uterina e, obviamente, de parto prematuro.
Com todo o cuidado, o casal poderá ter relações até o oitavo mês e meio ou, mesmo, nas proximidades do parto. Após o parto, deverão reiniciar as atividades sexuais após quarenta dias, quando o colo uterino se encontra fechado, o sangramento pós-parto já cessou e o útero já sofreu uma boa involução.

O marido deve ter muita paciência e ser participativo, pois metade do material genético é de sua responsabilidade. A mulher, quando fica grávida, sofre modificações muito grandes na sua estrutura física, mental, psicológica e social - fica mais insegura, mais agressiva, chora com facilidade e, muitas vezes, fica cheia de caprichos e desejos. É fácil entender estes mecanismos e atitudes, pois a mulher é semelhante a toda fêmea prenhe que quer defender a sua futura cria (ou, no caso dos ovíparos, o seu ovo). É como se o resto do universo fosse inimigo e hostil; a agressividade se volta inclusive contra o marido ou os familiares - portanto, é preciso que haja muita paciência, muito diálogo, muita atenção e muito carinho, para não se desestruturar a estabilidade já precária da gestante.

Toda vez que houver condições de o marido atender a um capricho da gestante, deverá fazê-lo, desde que não seja absurdo; neste caso, deverá dialogar com ela e mostrar a impossibilidade da execução do mesmo, e, não, recusar diretamente o pedido.
Também não deverá forçar a relação sexual, pois, na gestação, na grande maioria das vezes, existe uma diminuição da libido - nenhum animal prenhe aceita a cópula; o ser humano é o único que continua a atividade sexual em caso de gravidez. O marido deve ter cuidado para não forçar esta situação, pois daí poderá advir consequências graves no relacionamento do casal e a mulher poderá se sentir humilhada, ultrajada ou, mesmo, ter a sensação de ser estuprada. Deve-se procurar, sempre, respeitar este aspeto.

O companheiro deve, sempre, conversar a respeito da gravidez, saber como a gestante se sente, ouvir suas queixas, traçar planos futuros, estimulá-la a atividades saudáveis e criativas como leitura, exercícios, etc. Deve participar das massagens recomendadas para o corpo dela e, sempre que possível, em fase mais adiantada da gravidez, ajudá-la a se levantar ou fazer serviços para os quais ela se encontre impossibilitada, como carregar muito peso ou abaixar-se demais, poupando-lhe esforços que possam causar dor ou contração uterina.
Quando a gestante estiver sozinha, deverá, ao sair da cama, seguir a sequência: virar de lado, colocar uma perna para fora da cama em seguida à outra e apoiar a suspensão do corpo, usando o braço de baixo.

É interessante o marido, sempre que possível, acompanhar o trabalho de parto da mulher e, também, estar presente por ocasião do nascimento do bebê, quer seja parto normal, quer seja cesárea, pois, assim, irá valorizar e enaltecer o desempenho e tudo o que a mulher passou no transcorrer da gravidez e da maternidade.
O marido deve, junto com todos os familiares, criar um ambiente calmo, alegre, recetivo e extremamente voltado a todo o apoio e segurança à grávida. Só assim ela terá uma gestação saudável sem percalços.
 

5 de agosto de 2014

Mês de Sementeira

Estou sempre com dúvidas se é ou não boa altura para semear isto ou aquilo... às vezes acabo por ter trabalho a semear, e depois não dá em nada.

Portanto, aqui fica um lembrete que vou começar a utilizar...




Janeiro alface, alhos, ervilhas, favas, rabanetes, repolho.
Fevereiro aipo branco, alcachofras, cebola, couves diversas, espargos, morangueiros, pimentos, tomate (na terra); melão, melancia, pepino (em vaso).
Março abóbora, alface, beterraba, cebola, cenoura, couves, ervilhas, espinafres, favas, feijão de trepar, alho francês, nabiças, nabos, pepino, rabanetes, salsa, tomate.
Abril abóbora, acelgas, agrião, alface, batatas, beterraba, brócolos, cenoura, chicória, coentros, cominhos, feijão verde, melão, melancia, nabos, pimentos, rabanetes, salsa, tomilho, (na terra); cebola, pepino, tomate (em viveiro).
Maio abóbora, agrião, alface, beterraba, brócolos, cenoura, couves, espinafres, feijão verde, melão, melancia, nabos, pepino, pimentos, rabanetes, repolho.   
Junho abóbora, agrião, alface, beterraba, brócolos, cenoura, couves, espinafres, feijão verde, melão, melancia, nabos, pepino, pimentos, rabanetes, repolho. 
Julho agrião, alface, beldroegas, cenoura, couves-de-bruxelas, espinafres, feijão verde, nabos, rabanetes, repolho, salsa.   
Agosto agrião, alface, espinafres, feijão verde, salsa, rabanetes, repolho (na terra); beterraba, couves diversas, ervilhas, espinafres, feijão (em estufa).
Setembro agrião, aipo, alface, alho, cebola, cenoura, coentros, couves, ervilhas, favas, feijão verde, morangos, nabos, salsa.  
Outubro agrião, alho, alho francês, beterraba, cenoura, coentros, couves, ervilhas, espargos, espinafres, favas, lentilhas, morangos, nabos, rabanetes (na terra); alface, cebola, couves diversas (em vaso/estufa).
Novembro alho, alface, trigo, batata, cebola, morangos.
Dezembro macieiras, pereiras.

25 de julho de 2014

Peixinhos da horta

Estamos na altura do feijão-verde e como ele é tanto, vale a pena aproveitar para fazer todas as receitas possíveis com este ingrediente. Os peixinhos da horta são uma dessas opções.



Ingredientes:

2 ovos

400 gr de feijão verde

125 gr de farinha com fermento

1 colher de sopa de azeite

1 dl de leite

sal e pimenta


 

Preparação:

Cortar o feijão-verde a meio, lavar e cozer 10 minutos. Escorrer a água e deixar arrefecer.
Para a massa, colocar a farinha numa taça e juntar o azeite, o sal, a pimenta e o leite e mexer aos poucos até envolver tudo, depois juntar os ovos e mexer bem. Passar o feijão-verde pela massa e fritar em azeite ou óleo bem quente.

Pode servir como entrada ou como acompanhamento.

24 de julho de 2014

Bolo de atum (segunda opção!)

Tenho andado à procura de receitas simples com atum, aqui está mais uma versão de bolo de atum (ou torta, se preferirem). Esta leva muitos mais ingredientes, mas é mais saborosa.



Ingredientes:
2 iogurtes natural
1 copos de iogurte de óleo
3 copos de iogurte de farinha
1 colher de fermento
4 ovos
50g de queijo parmesão

3 latas de atum
1 cebola picada
1 dentes de alho
Azeitonas
Queijo ralado

Preparação:
Refogar a cebola e o alho no azeite e juntar as azeitonas e o atum. Reservar.
Juntar o iogurte com os ovos, o óleo, o queijo parmesão ralado. Acrescentar a farinha e o fermento e mexer bem. Por fim, Juntar o refogado à massa, colocar numa forma untada com manteiga e farinha, cobrir com o queijo ralado, e levar ao forno até cozer.

23 de julho de 2014

Bolo de atum

Quando existem muitos ovos no frigorifico, pão duro e pouco tempo para receitas elaboradas, nada como um bolo de atum, feito com ingredientes que temos sempre na dispensa.

Ingredientes:
1 pão grande
3 latas de atum
4 a 5 ovos
3 tomates
1 cebola
mostarda, azeite, sal e pimenta
manteiga e pão ralado para untar
Preparação:
Partir o pão em pedaços e colocá-los em água. Cozer um dos ovos e cortá-lo às rodelas. Refogar a cebola em azeite, juntar o atum e o tomate pelado e sem sementes. Numa taça, juntar os restantes ovos com o pão (espremido da água), temperar e jentar o refogado. Numa forma untada com manteiga e o pão ralado, colocar o ovo no fundo e por cima o preparado. Levar ao forno a 200º por 30 minutos. Depois de arrefecer, desenformar e servir com salada e maionese.